Quinta-feira, 9 de Agosto de 2007

Estes ingleses são loucos...

Estes ingleses são loucos!!! Sim, se Obélix passeasse por esta altura os seus menires cá pelo burgo de certeza que o ouviríamos exclamar esta frase muitas vezes!

Eu sei que estou constipado, facto que me abranda em muito o raciocínio, mas porra, vocês já leram os jornais hoje?

Então parece que agora, e isto segundo o The Times, que não é nenhum 24Horas, é a polícia portuguesa que está a incriminar os súbditos de Sua Majestade Isabel II - isto convém sempre indicar a majestade, não venham aí uns espanhois, monegascos ou quaisquer outros súbditos darem-me umas arrochadas valentes -, bem como os jornais portugueses.

Ora meus amigos, em relação aos métodos da PJ não me pronuncio, porque percebo tanto disso como de lagares de azeite, agora em relação ao comportamento dos média, isso já é outra história. Não que seja um entendido no jornalismo em particular e na imprensa em geral mas, tenho dois olhos que me permitem ver - estes dias não muito por causa das lágrimas provocadas pela constipação e que me deixam com uma expressão assim entre as trombas de um cherne e de um cavalo, ofegante, após Ascott - e um cérebro onde habitam alguns neurónios - dois mais concretamente -, e porra... não  me lixem então vêem-se queixar de jornais sensacionalistas, os senhores inventores - ou pelo menos o seu expoente máximo - do jornalismo sensionalista.

Custa-lhes morrer pelo seu próprio veneno? Azar! Agora não se queixem.

Pode ser da minha constipação, do meu natural embirramento com os bifes - que para mim são no prato, de preferência com molho de três pimentas e uma imperial a acompanhar e não uns corpos andarajosos, mais cor de rosa que um porco que apanhou uma insolação -, mas é bem feito. É bem feito que venham armados aos cágados cá para o nosso cantinho e que sejam surpreendidos pela brilhante imprensa portuguesa. Atenção que "brilhante imprensa portuguesa" se refere a este caso concreto, isto porque salvo raras excepções, que normalmente saiem ao fim de semana, "brilhante" é adjectivo transformado em hipérbole quando usado neste contexto.

"Com ferro matas, com ferro hás-de morrer", nem mais!!!

 

publicado por Flame às 12:20
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Quarta-feira, 8 de Agosto de 2007

O gajo 'tá constipado!

Apesar de muito me esforçar, tenho de dar a mão à palmatória e admitir que não dá.

Estou constipado porra! Tenho tal quantidade de fluido nas minhas fossas nasais que desconfio que já começou a infiltar-se no meu cérebro.

Os meus dois neurónios, já lentos de natureza, não dão vazão à coisa. No espaço que sobra dentro desta verdadeira escultura de David que é a minha caixa craneana, as hipérboles andam à porrada com as metáforas, os artigos resolveram voltar as costas aos pronomes, as alegorias, essas, desconfio que estão a banhos no Allgarve, sim leram bem, Allgarve porque as minhas alegorias não são umas alegorias quaisquer e só se dão com o verdadeiro pessoal da alta, por outro lado, o teclado já se recusa a trabalhar tal a quantidade de ranho que habita no espaço entre teclas, tenho o monitor com tantos saplicos que já nem consigo distinguir a pontuação, por isso desisto!

Meus amigos, o Flame está de recobro. Vou ver se a minha xepa me faz um cházinho de limão e se me cobre de mimos e carinho para me passar a merda da constipação!

Espero que não fiquem desiludidos, prometo que vou fazer os possíveis para estar de regresso rápidamente.

 

Ah, e também não vale a pena irem ao outro blog: euevoces.blogs.sapo.pt - porque se a cabecinha não dá para aqui, para lá muito menos.

 

Assim, e como diziam aqueles senhores que apareciam por alturas do Natal na RTP, "Adeus e até ao meu regresso!"

publicado por Flame às 16:38
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Terça-feira, 7 de Agosto de 2007

Decidam-se!!

Num destes dias, estava aqui o vosso amigo a tornar-se num sofá pelo processo de osmose quando, diz a cara metade, «Agora caía mesmo bem um corneto de chocolate.», eu que tudo faço para que a dita esteja feliz - enquanto assim estiver eu estou completamente à vontade para me ensofar a meu bel-prazer -, levantei-me de um pulo e lá me dirigi às bombas de gasolina para comprar os ditos gelados.

A noite estava amena e no céu as estrelas sorriam para mim. Atacado pela boa disposição resolvi fazer os cerca de duzentos metros até à estação de serviço montado nas minhas havaianas. Enfiei os auscultadores do leitor de Mp3 nos ouvidos e lá fui eu, embalado pela música da Fiona Apple, a quem também recorro para ver se consigo mais umas luzes de como funcionam as mulheres...

Já com cerca de metade do percurso para trás das costas apercebo-me de um carro que abranda ao meu lado. Dou-lhe uma olhadela pelo canto do olho - como é que um olho redondo tem cantos é que ainda não percebi - e reparo que estou a ser seguido pela polícia.

Os Srs. Agentes pedem-me então para parar e imobilizaram a viatura ali mesmo à beira da estrada.

«Então para onde se dirige o jovem?» indaga um dos Agentes.

«Ali à bomba.» respondo eu.

«E o jovem não sabe que não convém andar na rua com isso nos ouvidos?»

«Óh Sr. Agente, são riscos que se correm...»

« E a sua identificação têm-na consigo?»

Aqui pára. Penso eu para o colarinho da minha t-shirt, já que não tinha botões com quem falar.

Mas será que cometi algum crime e não me dei conta? Não me digam que o meu Alter-Ego andou por aí a fazer das suas e agora vou ter de pagar pelos crimes de um personagem que habita a confusão da minha psique...

«A minha identificação? Tenho sim senhor.» E zás, deito a manápula ao bolso dos calções para tirar a carteira. Para quê? Simples, para deixar cair à frente dos Agentes o pacote das mortalhas aLeda e um bocado da ganza que tinha sobrado do charro que tinha estado a fazer e a fumar no conforto do lar na companhia da esposa...

«Ora, ora...» exclama um dos agentes.

E eu «Ora merda....»

«Então onde é que o jovem arranjou isto?»

«Olhe, por aí. Acho que foi a semana passada numa discoteca.»

« E o jovem não sabe que o tráfico de estupfacientes é crime?» - também gostava de perceber porque é que as autoridades nos correm a "jovens", será que lhes ensinam isso na escola?

«Sei sim Sr. Agente.»

«Se sabe porque é que os compra?»

«Oh Sr. Agente - digo com um daqueles ares de cão abandonado - mas isso não tinha sido discriminalizado?»

«Foi sim sr.! A posse de drogas até uma certa quantidade não é penalizável.»

Boa, pode ser que me safe, pensei.

«Então diga lá Sr. Agente e esse "brindezito" passa da gramagem permitida ou não?»

«Não, não passa.» diz o Sr. Agente.

Acabo de ganhar mais dez centimetros de altura e dez anos de vida...

«Mas vai ter de explicar como é que isto está na sua posse.»

Filho da puta! O sacana tomou-me de ponta.

«Epá, isso foi como lhe disse. Arranjei isso numa discoteca a semana passada mas, sinceramente, como nem me lembro de ter chegado a casa confesso que também não me lembro como é que isso veio parar ao meu bolso...»

«Isso é que é pena, mas de qualquer das formas, se se lembrar passe lá em cima na esquadra e dê-nos então o nome do personagem.

Agora boa noite, continue pela berma e se fizer favor tire isso dos ouvidos.»

E lá seguiram o seu caminho, deixando-me sem ponta de sangue e depois de me terem purgado qualquer restea de THC que ainda pudesse resistir no meu organismo.

Agora digam-me vocês uma coisa.

Quem é que é mais calhau afinal?

O governo que descriminaliza a posse, mas não clarifica a situação da compra, ou o Sr. Agente que acha que eu vou denunciar quem me fornece???

Decida-se quem manda porra, senão qualquer dia eu, - que até sou um bom cidadão, que pago os meus impostos na íntegra, bem, não na íntegra porque não pago a taxa de saneamento porque os SMAS da minha santa terrinha não existem e por isso eu acho que não tenho de contribuir para impostos ficcionais, não roubo nos supermercados, pago o condomínio, uso gasolina sem chumbo e só ando de carro particular em caso de extrema necessidade -, arrisco-me a ser preso porque fui comprar umas ganzas para fumar mais a minha maria, porque pelo menos enquanto nos rimos não nos lembramos dos impostos para pagar, da merda do SMAS que me faz ficar sem água três dias por semana, do aumento da poluição na atmosfera e de que quando chegarmos a velhos não vai haver dinheiro para as nossas reformas.

Senhores governantes, no tempo da "outra senhora" havia o carrascão para que as pessoas desanuviassem a cabecinha, hoje, depois do 25 de Abril há a erva, o haxixe e o pólen, todos derivados da cannabis que cumprem na perfeição o papel que o carrascão cumpriu no tempo da ditadura, por isso aqui fica o meu conselho.

Passem a permitir a venda e o consumo da cannabis dentro de certos limites, de forma a permitirem, a quem assim o queira, passear pelas ruas do nosso Portugal de sorriso idiota estampado no rosto, esquecidos da merda de País em que vivemos, muito por vossa culpa. Vão ver que até ganham com isso. 

Uma vez que a aposta para o desenvolvimento do País passa pelo turismo, já pensaram como se sentiriam os turistas que nos visitam quando passeassem pelas nossas ruas apenas para ver a felicidade estampada no rostos de milhares de portugueses??

E pronto fico-me por aqui que está na hora de ir à "discoteca" arranjar alguma coisa para fumar...

 

 

 

 

 

publicado por Flame às 16:54
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Sexta-feira, 3 de Agosto de 2007

Raios abrasem os putos!

Epá, ontem dei-me conta de uma coisa, há uma parga de tempo que não vejo em qualquer fila de supermercado, na sombra de alguma esplanada, ou até mesmo, imagine-se, numa qualquer loja de brinquedos, uma mãe ou um pai assentar, assim como quem não quer a coisa, uma daquelas palmadas a que o meu pai chamava de "correctiva" e que me aplicava na altura certa e com a intensidade ideal, para não magoar mas sim para me abrir a pestana em relação ao meu comportamento.

Porém, ontem também me dei conta - o meu cérebro funciona assim, tem longos períodos de latência, mas quando acorda desata a tecer considerações como se não houvesse amanhã - que os sacanas dos putos fazem cada vez mais estrilho.

Eu não sou pai, sou tio e tenho a meu cuidado dois putos de 15 e 5 anos. O mais velho é aquilo que eu considero um caso perdido. Mimado até ao tutano, com uma insolência tão grande que só apetece arrancar-lha a pau de marmeleiro e uma futilidade de fazer inveja a todas as tias de Cascais e arredores. Mas como dizia, esse é um caso perdido, os pais que o aturem!

Agora o mais novo é diferente. Esse está naquela idade em que absorve tudo o que o rodeia com a mesma facilidade com que devora jogos para a PSP.

E como sou eu que o aturo, o petiz tem de tocar a música ao meu gosto...

Para terem uma ideia, certo dia, logo nos primeiros tempos em que fiquei a tomar conta do crianço, levei-o ao hipermercado. Quando cheguei à caixa e comecei a colocar as compras no tapete, saltaram-me à vista dois chocolates e um chupa-chupa dos pokémons que o puto mandou para dentro do carro sem que eu reparasse - hábito ganho com os papás -, eu descontraidamente dividi no tapete as compras, colocando em primeiro lugar as compras de casa e depois, separadas pela placa do "cliente seguinte" as guloseimas de sua Exª.

A senhora da caixa disse-me o total das compras que eu paguei e depois deixei-a passar as guloseimas. Quando ela me disse o valor eu virei-me para o meu pirralho e disse-lhe «Pronto, agora paga à senhora!», como não podia deixar de ser o miúdo olhou para mim todo atrapalhado e disse-me que não tinha dinheiro, ao que eu respondi que também só tinha dinheiro para as minhas coisas e que ele agora tinha de pedir desculpa à senhora mas que não ia comprar as guloseimas. Até hoje o meu sobrinho sempre que vai ao supermercado comigo ou com a tia pergunta «Podem-me comprar isto?».

Ontem quando o irmão mais velho lhe ganhou justamente num jogo de futebol desatou a chorar que nem uma Madalena arrependida. Eu, que gosto pouco de mimalhices destas, disse-lhe que o irmão tinha ganho porque tinha jogado melhor e que ele já tinha por outras vezes, ganho ao irmão pelo mesmo motivo. Ora o sacana do puto não vai de modas e manda-me calar com um berro que quase me furava os tímpanos.

Ah menino, dei-lhe então a primeira palmada no rabo, apenas com a força suficiente para eu conseguir a sua plena atenção, que aliás consegui. Aproveitei o seu olhar surpreso - acho que foi a primeira palmada que levou nos 5 anos da sua existência -, e disse-lhe «Meu rapaz, se tens idade para gritar como um adulto tens idade para ser castigado como um adulto, por isso vê se atinas.» O puto então perguntou-me porque é que lhe tinha batido e eu disse-lhe que gritar daquela forma para alguém mais novo ou mais velho era uma falta de respeito e, como eu sempre o tinha respeitado não admitia que ele falasse assim comigo.

O puto olhou para mim outra vez, disse-me «'tá bem!» e perguntou se podia ir ter com o irmão. Eu deixei-o ir, ainda que não muito certo que a minha psicologia tivesse entrado naquela cabecita loira.

Quando a mãe o foi buscar depois de jantar, o meu adorado sobrinho, sol dos meus dias, virou-se para a progenitora e disse-lhe do alto da infinita sapiência dos seu 5 anos: «Mãe, vou deixar de gritar contigo e com os outros porque isso é uma falta de respeito, mas tu também não podes gritar comigo porque eu sou pequeno mas sou gente. Por isso quando eu me portar mal tu avisas mas não gritas, 'tá bem?»

Com os pais ele pode fazer o que quiser, como quiser, agora aqui com o tio a conversa é outra.

Os actuais pais não se podem esquecer que estão a educar os futuros portugueses e eu sinceramente digo-vos, se isto continua assim eu vou emigrar. Ai vou, vou! 

música: Um tio preocupado...
publicado por Flame às 11:56
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Terça-feira, 3 de Julho de 2007

Sou Berardez

Ah, ah! Finalmente as águas agitam-se cá no burgo.

Os Estados Unidos têm o Katrina, nós temos o Berardo!

Saudosistas D'El Rei D. Sebastião podem deixar de chorar. É certo que não chega de barco, envolto em doce neblina, mas aí o temos. Tal Delfim da nação, filho pródigo que regressa a casa, chegou, viu e... mandou!

Mandou em tudo e em todos. Ele faz calar o governo, ele rouba-nos o CCB, ele vai roubar o Benfica, ele despede, ele insulta e por fim ele é aplaudido por quem nos devia proteger. Proteger das suas investidas, da sua arrogância desmedida, da sua pronuncia escabrosa, dos seus roubos.

Porra pá! Andou o meu pai a pagar impostos para eu ter um Centro Cultural em Belém e agora de cada vez que lá vou dizem-me que aquilo é do Mr. Berardo. Uma porra! Ao meu pai ainda nínguem devolveu o carcanhol que lá enterrou via IRS.

Mas isto não fica por aqui. Não se admirem se daqui a uns anos, quando chegarem a Portugal vindos por via aérea do estrangeiro, aterrarem no futuro aeroporto Mr. Joe Berardo, de irem ver um jogo do Benfica ao Estádio Joe Berardo, ou num prespectiva bastante fatalista, terrífica diria mesmo, quando alguém lhe perguntar a nacionalidade você responder:  "Sou Berardez!"

Eu sei que o mundo é um lugar onde nada faz sentido, se fosse, de certeza que eram os cavalheiros que andavam a cavalo com as duas pernas para o mesmo lado e não as donzelas, mas porra tudo tem limites.

Por menos que isto houve uns quantos que tiveram de deixar tudo e zarpar rumo ao Brasil, isto nos idos de 70, agora estendem-se passadeiras vermelhas, baixam-se calças e ala Cardoso que se faz tarde...

Tudo bem, o homem até tem dinheiro, até tem algumas ideias de jeito, mas nós somos Portugal, temos o nosso Orgulho e temos, acima de tudo problemas sociais e humanos muito importantes que deviam importar mais ao Mr. Berardo do que o sítio onde vai arrumar os quadros, ou o facto de não estar hasteada esta ou aquela bandeira. Se quer ser Mecenas que faça um mecenato justo e desprendido. Agora dizer que é mecenato disponibilizar uma colecção de arte para estar exposta num lugar que foi roubado a um povo não me parece de grande Mecenas. Achava-lhe mais graça se Mr. Berardo patrocinasse umas associações como a Abraço, a Apav ou outras do género, ou até mesmo quem sabe criasse ele uma, mas que ajudasse quem precisa.

A arte pode ser muito boa mas não mata a fome...

Por outro lado, o lado esquerdo do meu cérebro se quisermos ser correctos, pode ser que o Mr. Berardo seja um grande Mecenas sim senhor, mas do Sr. Sócrates, assim em jeito de politica americana, isto é o que dá ver o "Irmãos e Irmãs.", ou seja o Mr. Berardo mecena, que é como quem diz comparticipa na campanha eleitoral do nosso Primeiro, e ele, o Sr. Sócrates baixa as calças de toda uma nação. Razão tinha o outro que dizia que estavamos de tanga...

Bem hoje fico-me por aqui. Até uma próxima, isto se não for bater com o costado na cadeia por difamação e mais o raio que o parta que agora inventaram para que o pessoal ande sogadito... Os meus pais, se não estou em erro, chamavam-lhe censura.

 

 

 

 

publicado por Flame às 16:03
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